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Inter e a “síndrome” do interino – Futebol Além do Resultado

Inter e a “síndrome” do interino

Nada novo

Paolo Guerrero isolado, Nico López longe do gol, marcação muito recuada, mecânica refém do 4-1-4-1 e Guilherme Parede à frente de Sarrafiore, Wellington Silva e Neílton como opção ofensiva. O interino Ricardo Colbachini parece auxiliar técnico do antigo treinador Odair Hellmann. E o pior: repete os mesmos equívocos que fizeram com que Papito integrasse o grupo dos 14 milhões de desempregados no país.

Resumo da ópera

É claro que se trata da primeira experiência de Colbachini como treinador principal, mesmo na interinidade – com o perdão do paradoxo. Iniciar um trabalho faltando 14 rodadas em um time gigantesco como o Inter não é nada fácil. Entretanto, o jovem profissional poderia e deveria implementar algumas de suas ideias sobre futebol. Por enquanto, apenas Zeca na vaga de Uendel.

Odair, o retorno

Quando Diego Aguirre fora demitido, caiu no colo de Odair a responsabilidade de liderar o colorado num Gre-Nal na Arena. É claro que o então interino foi o menos culpado pela goleada sofrida, entretanto, desperdiçou a chance de implementar desde logo a sua cara no time – porque não teve os mesmos cuidados defensivos que, agora, marcam o início de sua carreira? Pelo contrário: parece ter escalado o time do então presidente Vitório Píffero, que três dias antes defendeu a presença de Anderson (outrora Andershow) como meia centralizado atrás do centroavante.

Futuro

Domingo contra o Vasco, Colbachini terá mais uma chance de “mostrar a sua cara”. Foto: Ricardo Duarte – Internacional Oficial

Dos nomes aventados como próximo treinador, Roger Machado é o que mais se encaixa na ótica do Futebol Além do Resultado que gera resultado. Todavia, não podemos ignorar a rivalidade Gre-Nal e a identificação do profissional com o lado azul do Estado. Desta feita, o nome de Eduardo Coudet é uma grande alternativa, sobretudo pelos conceitos que apontam para uma mecânica ofensiva. É claro que a desinformação quanto ao futebol brasileiro e o grupo de jogadores do Inter são empecilhos compatíveis com o tamanho do desafio.

Esboço

Coudet liderou o Rosário Central na Libertadores 2016 que, entre outros, eliminou o Grêmio de Roger Machado. O sistema de jogo preferencial é o 4-4-2 losango ou o 4-3-2-1, como preferirem. Eis um esqueleto que se encaixaria muito bem ao elenco colorado na atualidade, já para domingo contra o Vasco.

Prancheta

Um camisa 5 + Edenílson e Patrick, com D’Alessandro como camisa 10 clássico. No ataque, o grande benefício: Guerrero e Nico próximos, dialogando, com o camisa 7 flutuando entre linhas, às costas dos volantes, atacando a linha defensiva. O movimento de Bruno Henrique e Gabigol no Flamengo (embora a diferença nas características) segue como exemplo atual de sucesso.

Fim de papo

“Às vezes Deus dá asas a quem não sabe voar!”. Domingo Ricardo Colbachini terá a terceira oportunidade de mostrar a que veio. É preciso aproveitar os 15 minutos de fama…

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