Grêmio e o “estorvo” chamado Libertadores

É inadmissível um time da grandeza do Grêmio ficar seis anos sem conquistar o campeonato regional que, em regra, possui apenas dois favoritos. A “responsa” azul, preto e branco ganha ainda mais notoriedade com o rival estando na segunda divisão do campeonato brasileiro. Certíssima a decisão da diretoria ao escalar time reserva no Paraguai contra o Guarany: a primeira decisão do ano é domingo contra o Novo Hamburgo. Na Libertadores a vida haverá de se azeitar em breve. Aliás, a atitude ilustra a confiança que a diretoria tem no trabalho de Renato e no grupo de jogadores, repleto de bons valores, principalmente para as funções de meio e ataque.

gremio liberta

A “Liberta” foi uma vitrine e tanto aos reservas, mas é claro que coletivamente a equipe sucumbiu pela falta de entrosamento. Mesmo assim, destaque para algumas individualidades como o jovem Artur que coloca-se como alternativa ao time principal e a Pedro Rocha, que ingressou muito bem, marcou o gol de empate e acertou a trave, bem como a Marcelo Grohe, de atuação monstruosa e meias amarelas.

Pontos negativos

Mesmo sendo um time reserva Renato poderia e deveria ter escalado uma equipe mais bem equilibrada. Gata, Éverton e Bruno Rodrigo deveriam ter iniciado. Outra: os gols perdidos por Barrios. E a última: O conservadorismo tático de Renato: mesmo com outras peças, o comandante parece ser vítima da “ditadura” do 4-2-3-1, sistema que dá as cartas pelas bandas da Arena desde a Era Roger Machado.

Valeu gremistada. Até a próxima!

@saul_teixeira

Foto: Grêmio oficial/Lucas Uebel

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